A crise faz o seu site ficar ainda mais importante

Que o Brasil está em crise ninguém aqui tem dúvida, não é mesmo? Segundo pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria) publicada em 9 de setembro de 2015, o brasileiro não acredita numa solução para a crise no curto prazo. Mais da metade (54%) dos entrevistados considera que a economia vai piorar nos próximos 12 meses e 19% que o quadro não apresentará mudanças. A maioria dos entrevistados (59%) disse ter perdido poder de compra nos últimos 12 meses e que está fazendo ajustes em seu consumo.

O brasileiro neste e nos próximos anos vai pensar muito antes de comprar e é bom que ele compre de você.

Enxergando o site como um ativo

O website da sua empresa traz retorno em várias frentes:

  • – mais vendas
  • – experiência de marca (branding)
  • – biblioteca de informações para público externo e interno
  • – atendimento ao consumidor
  • – posicionamento de mercado e diferenciação da concorrência

Este caminho, porém, não é linear. Ter um website, mesmo que hoje seja uma obrigação da comunicação da empresa, não é garantia desses retornos. É preciso cuidar dele.

E é preciso também saber que ele não representa uma despesa; trate-o como o ativo que ele é e garanta os resultados. Assim como outros ativos da sua empresa, é possível maximizar o retorno do seu site.

A crise pode ser a melhor oportunidade para rever o que é feito pela sua comunicação pela internet. Como o site e as ações em mídias digitais tem impacto direto e significativo sobre as vendas, este momento é decisivo para demarcar seu posicionamento e ter seu produto escolhido em meio a tantos outros.

Ciclo do retorno negativo

O processo de compra está mais complicado e com mais passos dados pelo consumidor, foi-se o tempo em que era só passar o cartão. Com a perspectiva de juros altos, aumento de impostos, depreciação da moeda, recessão, há que se ter a certeza antes de realizar até compras mais simples. Com os clientes comprando menos e cancelando serviços, as empresas são obrigadas a cortar custos.

O momento em que é mais necessário provar que se é a melhor alternativa, é justamente o mais tentador para cortar o que se é considerado supérfluo. Muitas vezes, um dos primeiros custos a cortar é justamente o da comunicação, porque o resultado não é visto com clareza. E o website sofre com desatualização, queda em rankings de busca, reclamações. E é aqui que sua empresa entra no ciclo do retorno negativo.

Ciclo do retorno negativo

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Fonte: e-book Crise? Na minha agência, não! – Resultados Digitais e Mundo do Marketing

Porém, muitos empresários já estão cientes de que é o momento para ser mais criativo, pragmático e eficaz e que a internet é o meio de fazer isso. Segundo pesquisa do IAB Brasil (International Advertising Bureau), a despeito da retração do mercado, o investimento publicitário em internet deve crescer 15%. Outro dado descoberto é a que o investimento em mobile ainda é incipiente no Brasil, mas que só cresce. Você está participando deste movimento ou vai deixar o concorrente pegar sua fatia?

A internet permite encurtar ou cobrir todos (ou quase todos) os passos do processo de compra: pesquisa, avaliação, prova social (indicações de amigos ou de autoridades), fechamento, suporte e outros mais. E a sua marca deve proporcionar uma experiência coerente em todos esses passos.

Internet é a mídia mais acessível

Sabendo que a comunicação é essencial para continuar realizando vendas e manter a fidelidade de seu público, você deve estar se perguntando: “e quanto custa essa brincadeira afinal?”

Como todo investimento, a comunicação requer planejamento e estratégia para atingir os objetivos e maximizar o retorno.

Há uma frase atribuída a Henry Ford que diz o seguinte: “Metade do que gasto com publicidade é inútil. O problema é que não sei qual metade!” Segundo esta ideia, é necessário investir em publicidade, mas o processo é ineficaz e nebuloso.

Com as mídias tradicionais, rádio, TV, impressa, era preciso investir também em pesquisa que mede audiência e retorno.

A internet veio com a promessa de trazer as métricas precisas para cada negócio, tornando possível saber quanto rendeu em vendas cada centavo investido. Realmente é mais fácil medir o que acontece no seu site com cada pessoa que acessa do que medir quantas pessoas foram à sua loja por causa de um anúncio no rádio. Mas hoje há tantas alternativas, ações e veículos, além de hábitos de consumo, que tornam essa medição também imprecisa.

Aí é importante ter um parceiro que saiba definir com você a estratégia para utilização das mídias digitais. Estratégia definida, é preciso estabelecer os processos e indicadores de performance para cada ação. — Dica: número de pageviews é um dado, não é informação. Número de likes na página do Facebook também é só um dado. — Com esta condição é fácil demonstrar o quanto é eficaz investir em comunicação para a internet.

Talvez, além da avaliação do retorno facilitada pelas métricas, a coisa mais legal do investimento na comunicação pela internet seja a possibilidade de começar hoje mesmo e com um budget restrito. Sem a necessidade de intermediadores e “encaixe na programação”, é possível anunciar de forma econômica e automatizada. Por essas razões, a internet é a mídia mais acessível e sustentável hoje para a pequena empresa.

Sabemos que tudo o que não retorna é gasto, e não investimento. Sendo assim, com a eficácia proporcionada pela estratégia e por processos bem definidos, podemos ver como é mais barato investir em mídias digitais, além da possibilidade de início e alterações rápidas.

Conclusão

A época em que até produtos meia-boca com atendimento tosco vendiam passou. É hora de fazer mais com menos, e as suas ações nas mídias digitais (website, publicidade online, redes sociais, atendimento e suporte) devem ser vistas como investimentos com o retorno mensurável. Você deve ter parceiros que ajudem a traçar as estratégias e mensurar a performance muito além de pageviews e likes. Cada ação também deve ter coerência com a sua experiência de marca. Negligenciar isso é mortal neste momento em que o investimento geral em publicidade para internet cresce, mesmo em meio à crise.